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terça-feira, 3 de junho de 2014

Jerónimo!!!!!!!!!!!!

Porque a escola da Mironinho deseja, a par do ensino mais formal, oferecer às crianças um ambiente familiar, entendeu-se que a visita de estudo do terceiro período é o momento ideal para fortalecer os laços família/escola e os pais são convidados a acompanhar os filhos numa espécie de exercício de team building. 
Eis o que o dia de hoje me reserva.
Cinquenta criancinhas de 4/5 anos entusiasmadas em dois autocarros, os respectivos pais e educadoras, a cantar o hino da escola até à exaustão, a caminho de um parque onde nos espera um dia de escalada, slide, passeio de barco, e jogos diversos, muito contacto com a natureza, muita Primavera em flor. No regresso, muitas birras, muito cansaço.
Sim senhor, é divertido, sim senhor é bem pensado, mas hoje o que me apetecia mesmo era uma visita ao Planetário, sempre dava para fechar os olhos num lugar escuro e silencioso.
Bem-vindos ao maravilhoso mundo da rinite e sinusite.

17 comentários:

  1. Leva uma boa dose de paciência, de reserva.

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  2. Também andas nessa do tchum, tchum, tchum o dia todo? E agora para cima das criancinhas, Mironinho????

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  3. Este:

    "Anónimo3 de Junho de 2014 às 13:30
    Ou seja, tudo se resume a mais seguidores, mais visualizações, mais posts, mais comentários, no fundo mais afagos ao ego. Razão tinha o Pipoco no famoso post "aqui, aqui...".
    Foi para isso que arranjou as tais contribuidoras e tal, não foi? Mais uns postezinhos e lá subia mais uns lugarzinhos do ranking, não era? Você faz-me lembrar a direção bicéfala do BE, um truque para ter mais tempo de antena. Tal como lá, aqui também deu mau resultado.
    Todas, todas iguais. E ainda falam da PN.

    A Mais Picante3 de Junho de 2014 às 13:46
    Não seja tolinha. Foi só uma brincadeira. Com um mau timming. Nada mais.
    sabe? Por incrível que pareça eu uso isto para me divertir.

    Anónimo3 de Junho de 2014 às 14:26
    Olhe que sorte para todos que é só para se divertir, hã? É coice para um lado, coice para outro, quero lá saber quem vou atingir (ou não, ou até sei muito bem quem quero atingir...), é preciso é divertir-me e ver o circo a arder.
    Olha a sorte da malta em ser só para se divertir, hã? Olha se é para magoar, magoar a sério? Que seria?"

    Conjugado com este:

    "Anónimo3 de Junho de 2014 às 13:39
    Então? Zangaram-se as comadres?

    A Mais Picante3 de Junho de 2014 às 13:47
    Qual foi a parte do "é só por um dia" que não percebeu?

    Anónimo3 de Junho de 2014 às 14:03
    Aquela parte de já ser a 2ª vez. E a 1ª até correu bem. Então bora lá tentar a sorte outra vez. Ou quer-me fazer acreditar que, se ontem não tivesse havido aquela peixeirada, você não repetiria a fórmula ad aeternum, enquanto desse?
    Serviu-se pura e simplesmente de quem achou que lhe ia trazer proveito na bloga, tal como no passado se serviu de nomes de bloguers, estilos de escrita, etc. Usa as pessoas, enquanto dá, sempre em nome do divertimento e da ironia. Qual terá sido a parte que essas pessoas, as que usou, não perceberam?"


    ... são uma belezura!

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  4. Esses comentários já foram publicados noutro blog. Em que medida é importante publicá-los aqui, num blog menor e sem qualquer projecçao na blogosfera? Gosta assim tanto de se "ouvir"?

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    1. E a Mirone? Gosta assim tanto de se menosprezar e insistir nessa do blogue menor? É por isso que insiste em alavancar nos "consagrados"? Ou é só mesmo porque lá é que há peixeirada com fartura?

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    2. Não se trata de menosprezar. As coisas são como são e é raro o dia em que ultrapasse as 1000 visitas. É um blog menor, sem qualquer expressão na blogosfera. Leio e comento os blogs que bem entender, sejam consagrados ou não (aliás, esta expressão nem é minha, estou simplesmente a usar as suas palavras) e tenho sérias dúvidas que a minha presença esses blogs tenha algum reflexo no seu número de visitas além das minhas próprias, claro está, mas num blog aberto ao público é tão legítima a minha visita como a de outra pessoa.

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    3. Olhe que não, dra, olhe que não.

      Não se faça de ingénua e admita lá que quem se serve de si tem como consequência um maior número de visitas, comentários, etc. E isso tem reflexos no tal rankinguezinho. E quem o faz não é parvo. E não o faz por acaso. Há os social climbers e depois temos uma moda nova que são os Bloguer Climbers (uma moda assim a modos que... picante...)

      Vá, faça lá o seu ar angelical, que lhe fica tão bem, mas não convence ninguém e contrarie-me lá, vá.

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    4. Não sou ingénua, sei que não sou. Também não é falsa modéstia, é apenas constatar um facto. Vamos ser sérios, anónimo. O anónimo tem todo o direito de não gostar do meu blog ou de outro qualquer. Pode achar-me o lobo na pele do cordeiro, também é um direito que lhe assiste. Agora acredita mesmo que o facto de ter escrito dois posts num blog, sendo que um deles nem comentários teve, pesou alguma coisa no número de visitas do blog em causa? Seja honesto, comigo e consigo. Não digo que a presença de outros bloggers não tenha representado uma mais valia no apport de visitas, seria um tremendo cinismo da minha parte fazê-lo - houve um post específico que gerou um bruá extraordinário, nada bonito de ser ver - agora o meu contributo para o número de visitas terá sido insignificante, há que reconhecê-lo.

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    5. É como lhe digo: admiro-lhe o ar angelical, acredito que tire dele muitos dividendos, mas não me convence.

      Ninguém é assim tão lírico, nos dias de hoje. A Mirone está perfeitamente ciente dos efeitos devastadores dos blogues em que colabora (e não mira [como seria de supor numa Mirone] apenas, note--se, colabora, antigamente mediante apoio sob a forma de comentários simpáticos, actualmente através de contribuições) e isso não a inibe de participar na festa. E de se permitir ser usada para tais fins. Com a plena consciência de que fins se trata: o achincalhamento de uns, o envaidecimento cobarde de outro(a)s.

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    6. Anónimo, não vou sair daqui, tenho todo o tempo do mundo para conversar consigo. Já lhe disse que não sou ingénua, nem tenho ar angelical. Tenho uma cabeça capaz de pensar as maiores maldades, mas também tenho um mecanismo de auto-censura que me diz até onde posso ir e que linhas não devo, em situação alguma ultrapassar. Há quem lhe chame bom senso, há quem lhe chame educação, podemos dar-lhe o nome que entendermos, não muda nada.
      Quando passo na rua e vejo uma pessoa gorda ou com um nariz grande não lhe grito "És tão gordo! Tens um nariz tão grande!". Até pode ser uma grande verdade, a pessoa é efectivamente gorda e o seu nariz é efectivamente grande, mas estaria a ser malcriada se o fizesse. E eu simplesmente não quero ser assim. O comportamento que tenho na rua tenho na blogosfera (ainda que com os meus botões continue a pensar "que grande narizão, olha-me só para aquelas banhas", às vezes até o comento com o meu marido, com uma amiga mais próxima, mas em privado). Por isso não me vê aqui nem noutro blog a ser grosseira, a insultar ou ofender alguém gratuitamente e desafio-o a si ou a outra pessoa a encontar um post ou um comentário onde o faça.
      Se o quisesse fazer saberia muito bem fazê-lo, mas não quero. Nem sempre a vida se resume a fazer o que queremos, mas tenho a sorte de neste campo me dar ao luxo de fazer apenas o que quero.

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    7. Entretanto dispersei-me e não abordei a questão do contributo. O meu contributo é sempre o mesmo em todos os blogs. Como comentadora procuro ser educada (como o procuro ser no dia a dia), quando vejo que tenho espaço para isso até desconverso, brinco um bocado. Em "acção concertada", no dia da brincadeira dos super-egos, não ataquei ninguém, não fendi ninguém, dos sete super-egos o meu blog foi o menos comentado, o menos visitado. Na modalidade de "convidada" - que aconteceu ontem pela primeira vez, numa situação pontualíssima, actuo exactamente da mesma forma: fui educada, não agredi ou provoquei ninguém e, sinceramente, acho que me saí muito bem, tanto é que num dos posts nem sequer houve comentários. Quem "quer sangue" sabe perfeitamente que não é no meu blog ou nos meus comentários que o vai encontrar. Mais uma vez, não porque não o saiba ou não consiga fazer, tenho inclusive noção de que isso gera buzz, como agora é moda dizer, mas o buzz não me interessa nada, não o faço simplesmente porque não o quero. Custa entender?

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    8. Ó Anónimo, que desassossego... a tentar levar-me assim as blogo-amigas.
      Mas olhe... haveria de ser um poucochinho mais subtil, sim? É que isso nota-se à légua que é veneno.

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    9. Deixe estar, Picante. Não há-de ser o anonimo a decidir o que devo ler ou escrever. Nada tema.

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    10. PICANTE! A sério? Beeeeemmmm! Isso é que é perspicácia! O que esta Picante me surpreende! Tãããooo esperta!

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    11. Mirone, ao contrário de si, eu não tenho todo o tempo (lá está, não tenho um marido rico que me sustente) para estar aqui à conversa consigo (no mundo finório que vocês tanto apregoam frequentar diz-se "à conversa consigo", não é "a conversar consigo").

      Por isso, dispenso essa conversa toda destinada a fazer-se passar por santinha, até porque todas sabemos que Santinha há só uma, a Picante e mais nenhuma - não queira tirar-lhe o pódio, até porque é um pódio desprezível, ia mal servida.

      Assim sendo, e depois desse blá, blá todo a desviar-se do que eu realmente lhe disse, só tenho uma resposta para si: que tão ladrão é o que rouba como o que fica à porta. Custa entender?

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    12. Bom dia anónimo.
      Três apontamentos apenas, procurarei ser breve.
      1. Obrigada por dispôr do seu precioso tempo neste blog. Sinto-me lisongeada, verdade que sinto. Mas, se puder, diga-me que mundo finório eu apregoo frequentar e de onde deduz que tenho um marido rico e que é ele que me sustenta.
      2. Muito obrigada pela correcção, não sabia que a forma correcta era "à conversa..." (sem qualquer ironia, garanto-lhe).
      3. Quanto ao ladrão e à porta, não tenho nada a acrescentar, é assim mesmo, eu própria uso essa expressão com frequência. Como vê não sou santinha nenhuma, nem me faço passar por tal. Que mal lhe pergunte, o que faz então por estes antros? Já terá percebido, porque o julgo inteligente, que sou um caso perdido, condenada a arder nas chamas do inferno por causa da minha falta de educação, grosseria constante e modo de vida achincalhador. Não espera que me torne uma blogo-justiceira, uma santinha, já me disse que não engano ninguém. É que não gosto de roubar protagonismo a quem o faz tão bem, o anónimo.

      Tendo tempo, volte sempre.

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