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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Teria uma síncope

Não sei como terá reagido o senhor em causa, mas penso que só não teve vontade de mandar o filho para a China no primeiro avião que saísse, com bilhete só de ida, porque não era suficientemente longe.

Veja aqui a história do homem que ficou retido no aeroporto porque o filho deixou o seu passaporte no estado que a fotografia mostra.

30 comentários:

  1. Respostas
    1. É como deixar detergentes ou medicamentos ao alcance das crianças...

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  2. As crianças são a-do-rá-veis!!! Já tinha ouvido histórias da livre expressão da criatividade com marcadores de feltro nos sofás da sala (surte mais efeito em sofás de cor clara ) mas esta consegue ganhar.

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  3. Aquele podia muito bem ser o meu pai....

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    1. Ao passaporte não, que o meu paizinho só andava de mini morris, mas a todas as fotografias de família sim. Com especial incidência nos olhos, nas gravatas, e nos dentes. Era uma criança sobredotada... nas artes. E levei tanta porrada, aiiii.

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    2. Eu só me lembro de ter pintado uma parede com marcador e de ter escrito o meu nome a azul num armário do meu quarto, de faia clarinha... Eu sempre fui galinha de campo, gostava era de brincar na rua com os primos e vizinhos.

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  4. E pensar no quanto reclamei só por causa de umas paredezinhas...

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    1. Tens sorte que o teu filho já é crescido. Já viste o que era ficares sem passaporte no meio de tantas viagens.

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    2. Não digas Jasus na blogos(fera) que ainda aparece o Menino da Lágrima a pedir-te explicações. Tem a ver com o tempo de antena...

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    3. Jesus, assim de repente só me ocorre o do Benfica, mas parece que é do outro lado da 2.ª circular que as coisas estão a "bombar".

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    4. Diz antes: que as nádegas estão a bombar!

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  5. Há dias, numa já mítica caixa de comentários e não pelas melhores razões, a Mirone apelava a quem insistia no tema que acabasse com aquilo e mandava até "circular, circular" porque, ao que parece, a Mirione achava que há mais vida para além daquele tema.

    Se calhar, agora ia lá dizer à Picante que está na hora de acabar com o assunto, porque quem não deixa morrer o tema, com posts trás de posts é ela. Que tal? Assim, só naquela de ser coerente.

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    1. Tem toda a razão. É já a seguir.

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    2. Acho bem. Na bloga, como na vida, há que ser-se coerente. Só estranhei ter despachado a resposta numa única linha, não ter aproveitado para dar uma lição de moral.

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    3. O anónimo não precisa, seguramente, das minhas lições de moral.

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    4. A avaliar pela quantidade das que já me deu, ninguém diria isso...

      Até a posts tive direito, que importante que eu sou!

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    5. Teve direito a um post? Não me diga que é o Dr. Martins? Em tempos fiz um post sobre um anónimo que me veio comentar e em que dizia que era o Dr. Martins.
      Ó Sotor, quanta honra! Peço desculpa não o reconheci.

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    6. Entretanto, vejo que já foi dizer à Picante para circular e acabar com aquilo. Fico feliz de ver que segue as minhas ord...errr, sugestões.

      Mas esqueceu-se de lhe explicar que o comentário lhe era dirigido a ela e não a quem lá anda a ajudá-la a alimentar o assunto. Talvez pudesse lá voltar e responder à questão que lá deixei para si?

      Obrigada

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    7. Já de seguida. Depois vou ver o post que sugere, para saber se era a si que era dirigido. Com a sua licença.

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    8. Já lá está a minha resposta. Agora é aguardar que seja aprovada e publicada.

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    9. ÓH NÃO! Não resultou. A moça está com os fusíveis avariados, não percebeu e continua a alimentar aquela porcaria.
      Não se importa de lhe dar uma palavrinha, mas em privado?

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  6. http://mirone.blogspot.pt/2014/02/o-dr-martins-comenta-o-mirone.html

    Este post?

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    1. Não querida, este:

      http://mirone.blogspot.pt/2014/05/a-emissao-sera-retomada-dentro-de.html

      Um post dedicado aos anónimos depois de longas discussões comigo na caixa de comentário do(s) anterior(es). Não me vai dizer que o post não era para mim? Não me faça isso!

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    2. Se era o anónimo com que falei nesses posts, que me apelidou de harpia, sim, era para si. Está a dar-me razão, não precisa das minhas lições de moral, já lhe disse o que tinha a dizer sobre o assunto. è muito mais fácil quando se identifica. Algures num comentário pedi para se identificarem, nem que fosse pela hora a que comentam, para poder distinguir os vários anónimos. Agora que se identificou, repito, sim, era a si que me referia.

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    3. Irra que esta vida não está fácil. Não sou nada a da harpia, nem sei o que isso seja, que o meu vocabulário não dá para tanto.

      Então aquele post não era para mim? Ai, que vou chorar ali para um canto...

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    4. Ora anónimo. Se puder, faça um copy+paste do seu comentário. Nem tudo está perdido. Tenho a certeza que já lhe dediquei palavras neste blog. Não tenho o hábito de deixar as pessoas a falar sozinhas quando se dirigem a mim de forma directa. Eventualmente posso não ter interpretado um ou outro comentário como uma interpelação directa e tealvez tenha ficado sem resposta, mas penso que ainda vamos a tempo de resolver essa questão. Em o anónimo querendo, claro está. Se preferir que o nosso diálogo que fique por aqui, respeito a sua opção.

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    5. Que modo tão low-profile de me mandar embora. Não quer falar mais comigo, não é? Amuei!

      Sei perceber quando não sou desejada, vou-me embora. Mas olhe que vou sentida consigo. Conseguiu o seu objectivo.

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    6. Ora, sabe bem que tem a minha caixa de comentários aberta para expresar a sua opinião, desde que não seja inconveniente com terceiros tudo lhe é permitido. Por estes dias os ânimos andam exaltados, um apalvrinha pequena pode causar o maior dos danos.

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