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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

De volta ao país real

Que nomes portugueses, que não destoem de Lyonce Viiktória e Lyani Viiktória, escolherá a Luciana Abreu para as suas filhas gémeas?

domingo, 22 de outubro de 2017

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Oito
Oito é o número natural que sucede o sete e precede o nove.
O 8 é um número composto, que tem os seguintes factores próprios: 1, 2 e 4. Como a soma dos seus factores é 7 < 8, trata-se de um número defectivo.
8 é o cubo de 2. O próximo cubo perfeito é o 27.
Pode ser escrito de forma única como a soma de dois números primos:  8=3+5
É considerado o número da sorte chinês.
8 de lado é o símbolo do infinito.
O oitavo dia do mês era consagrado, em Atenas, a Posidão, porque 8 é o primeiro cubo de um número par e o dobro do primeiro quadrado, representando, assim, a natureza firme e constante deste deus.

Oito é o número de anos que passaram desde que estás a meu lado. E tudo parece fazer tanto sentido.


Oito voltas ao Sol!




sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Os dias treze são dias de Nossa Senhora.


Mas o dia treze de outubro será sempre o dia da Minha Senhora.

A Minha Senhora devia ter-se chamado Fátima, mas o padrinho insistiu que tivesse o seu nome - em boa hora!, o nome que tem assenta-lhe como uma luva, diferente e inesperado, na exata medida da sua portadora. A Minha Senhora tem os olhos grandes e dizem-lhe muitas vezes que tem as maçãs do rosto iguais às da Sofia Loren. Para mim é apenas a mais bonita das Senhoras. Não é alta nem baixa, tem a estatura perfeita para dar colo aos quatro filhos, cinco netos, onze sobrinhos e quatro sobrinhos netos, e todos quantos dele precisem. É a pessoa mais altruísta e abnegada que conheço, por isso é também a mais sensível e exposta a agressões. A Minha Senhora é-o verdadeiramente. Trago-a no Altar-Mor do meu coração e hoje acendo-lhe sessenta e sete velas, que mais logo apagará rodeada dos que ama e a amam incondicionalmente.


quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Em loop no meu pensamento desde ontem


TU ME QUIERES BLANCA

Tú me quieres alba,
Me quieres de espumas,
Me quieres de nácar.
Que sea azucena
Sobre todas, casta.
De perfume tenue.
Corola cerrada

Ni un rayo de luna
Filtrado me haya.
Ni una margarita
Se diga mi hermana.
Tú me quieres nívea,
Tú me quieres blanca,
Tú me quieres alba.

Tú que hubiste todas
Las copas a mano,
De frutos y mieles
Los labios morados.
Tú que en el banquete
Cubierto de pámpanos
Dejaste las carnes
Festejando a Baco.
Tú que en los jardines
Negros del Engaño
Vestido de rojo
Corriste al Estrago.

Tú que el esqueleto
Conservas intacto
No sé todavía
Por cuáles milagros,
Me pretendes blanca
(Dios te lo perdone),
Me pretendes casta
(Dios te lo perdone),
¡Me pretendes alba!

Huye hacia los bosques,
Vete a la montaña;
Límpiate la boca;
Vive en las cabañas;
Toca con las manos
La tierra mojada;
Alimenta el cuerpo
Con raíz amarga;
Bebe de las rocas;
Duerme sobre escarcha;
Renueva tejidos
Con salitre y agua;
Habla con los pájaros
Y lévate al alba.
Y cuando las carnes
Te sean tornadas,
Y cuando hayas puesto
En ellas el alma
Que por las alcobas
Se quedó enredada,
Entonces, buen hombre,
Preténdeme blanca,
Preténdeme nívea,
Preténdeme casta.


Poema de Alfonsina Storni, a mulher que escrevia "como um homem", quando das mulheres se esperava apenas que escrevessem como mulheres.