Falam-se línguas (translate)

Mostrar mensagens com a etiqueta Estados Unidos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Estados Unidos. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

E os casados?

Algures na net, li os resultados de mais um estudo americano, absolutamente pertinente (se formos os responsáveis pelo departamento de vendas de uma fábrica de detergentes de roupa). 
Ao que parece, por terras do tio Sam, os homens solteiros trocam os lençóis da cama, em média, 4 (quatro, não pensem que é uma gralha) vezes por ano. Já as mulheres, optam por fazê-lo a cada duas semanas.
Coisas que a minha inteligência, especialmente vocacionada para o básico e/ou a idiotice, deduz:
- Solteiros: Quatro vezes por ano?! Não admira que continuem solteiros (ou que prefiram camas alheias)!
- Solteiras:  pensem bem no homem que se deita nos vossos lençóis (e, se calhar, não era mal pensado mandar desinfectá-los, ambos).
- Casados: Grande up-grade! De quatro vezes por ano, deixaram pura e simplesmente simplesmente de os mudar! (já agora, certifiquem-se de que a vossa mulher mantém os hábitos de solteira).

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Então é só isto?

Anos e anos a ver séries e filmes policiais. Flashes do Luís Esparteiro e Vitor Norte com casacos de cabedal, sempre que penso em PJ. Serões inteirinhos a ver a melhor trash/reality TV sobre o tema, COPS. Cercos policiais que duram horas, helicópteros, snippers. Abordagens relâmpago dos suspeitos. Detenções aparatosas. Resistência às autoridade. Sirenes, tiros... tudo isso e muito mais. O Duarte e Companhia senhores, até o Duarte e Companhia tinha perseguições emocionantes. Uma pessoa sabe que é ficção, excepto o COPS, mas vem dos Estados Unidos, é uma realidade paralela, pode considerar-se ficção. Mirone, tu até sabes como é que essas coisas se processam! Pois sei. Ainda assim, alimentava a secreta esperança de um dia assistir a uma cena digna de filme. Menos aquela parte de me levarem o carro para ir atrás dos criminosos.
Tomem nota, 7 de Agosto de 2013. O dia que podia ter sido, mas não foi. O dia que não fará parte daqueles momentos, "cheguem aqui netinhos lindos, que vos vou contar como foi o dia em que prenderam o maior criminoso de todos os tempos". 
Restaurante do costume. Uma e meia da tarde. Almoço quase no fim. Entram dois senhores perfeitamente "normais". Calças chino, polo Lacoste... Revólveres, zero! Casacos de cabedal, zero! Gritos, zero! Um deles tinha óculos Ray-Ban, menos mal. Aproximam-se de um senhor que almoçava sozinho e que aguardava o troco, também ele perfeitamente "normal".
- Polícia Judiciária. Faça o favor de nos acompanhar.
- Deixe-me só guardar o troco e factura.
Saíram os três, lado a lado. Sem gritos, sem tiros, sem algemas.
Os outros clientes ficaram a cochichar, quem seria, quem não seria. 
E eu ali, sem ninguém para cochichar, quem seria, quem não seria.
Agosto. Até a emoção foi de férias...



 Edição às 15.00 - acabei de ler que a PJ deteve dois ladrões extremamente perigosos. Vou  fingir que acredito que aquele era um deles.