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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

É segunda feira!

São pouco mais de 9.00, saí de casa com um bocadinho mais de tempo, para organizar a semana e, mesmo sem ter feito nada (escrever isto não conta), já sinto que salvei os pandas da extinção!  Lidar com algumas pessoas cansa!
E estás feliz Mirone? Sentes-te bem? Achas que o mundo ficou um lugar melhor para se viver?
Não, mas sinto que já foi um lugar melhor para estacionar.
Juro pessoas, eu pensava que aquelas discussões idiotas sobre estacionamento eram uma ficção, um exagero, situações que se contavam em tom anedótico entre os colegas de trabalho. Mas parece que não, há pessoas que levam muito a sério a escolha do lugar onde deixam o carro. Mais, parece que os lugares de estacionamento se adquirem por usucapião.
"Comássim"?, perguntam vocês.
O seguinte episódio é pura realidade. Qualquer semelhança com a ficção é pura coincidência.
Ao sair do carro, grita-me da janela de um primeiro andar, um senhor que me pareceu na casa dos 40 anos, novo, portanto.
- Psst, psst, olhe que vai ter de tirar o carro daí.
- Desculpe...
- Vai ter de tirar o carro daí.
Olho para cima, para os lados, para baixo, não vejo um único sinal de que seja proibido estacionar ali.
- Tirar o carro? Então porquê?
- Porque eu é que costumo deixar aí o carro.
- Mas o seu carro não está aqui agora, estaciono eu.
- Não está mas vai estar, que daqui a pouco a minha mulher está a chegar que foi só levar o garoto à escola e precisa de estacionar o carro.
- Pois, mas olhe que este estacionamento é público, não vejo aqui nada que diga que este lugar é reservado.
- Não vê mas havia de ver. Ou não viu também que eu é que ponho aí o carro todos os dias? 
- Pois, mas hoje eu cheguei primeiro, fiquei eu com o lugar.
- Mas eu moro aqui há mais de 15 anos! Tire daí o carro! Olhe que vamos ter chatices! Esse lugar é para a minha mulher! Vá pôr o carro na rua de trás que há lá muitos lugares!
- Mas a sua mulher tem algum problema, uma dificuldade em andar, que precise mesmo de pôr o carro aqui?
Garanto-vos que ainda estava a tentar perceber o que se estava a passar.
- Mas quais problemas, pá? Está a insultar a minha mulher? Tire daí o carro, que ela está quase a chegar.
- Não, não vou tirar. Vai ter de arranjar outro lugar. Tenho de  ir que estou com pressa.
- É que isto não fica assim está ouvir? Amanhã a gente vê quem é que se fica a rir! Olhe que o último a rir é o que se ri melhor!

Tanto urso fofinho em extinção e ninguém acaba com estes...


Actualização das 14.00: "Medricas" como sou, fiquei a matutar no que me disseram a Izzy e a Sheila Carina e durante a hora de almoço tirei o carro (sem sinais de vandalismo). Só que só arranjei lugar no fim do mundo e quando cheguei ao restaurante onde costumo almoçar  já só havia mesa debaixo da televisão e é horrível almoçar com a sensação de que está toda a gente a olhar para nós, mesmo sabendo que não. Eita, vidinha insignificante, a minha...

Actualização do dia seguinte: Agora está lá umVolkswagem branco (ontem à tarde era um Opel cinzento). Hum... sou "chonhinhas", não sou "choninhas", muito, pouco ou nada, sou "choninhas", não sou "choninhas"...

sábado, 29 de junho de 2013

Bizarria

Nunca liguei muito a essa coisa das tags, ou etiquetas, como lhe queiram chamar, que aparecem no fundo dos textos nos blogs. Mas agora que tenho o meu e na lista de posts aparecem os títulos seguidos das respectivas tags comecei a dar-lhes alguma atenção (até porque nessa lista os títulos aparecem escritos a azul e as tags estão escritas a cor de laranja, uma côr que se destaca mais).
E deixem-me que vos diga, se o critério de selecção dos meus visitantes for o das tags, meus amigos, anda aí gente muito bizarra! Ou então o blog é mesmo bizarro e eu não dei conta.

PS - Não sei se funciona mas, à cautela, taguei este post com temas que acho que me podem trazer mais visitas. Aguardemos...