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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Como é que é aquilo dos espelhos ou dos nossos retratos e das costas do outros?

E depois as pessoas chegam de férias, felizes e entusiamadas, de baterias carregadas e falam, falam, falam, falam e falam mais um bocadinho. E eu  oiço, oiço, oiço, oiço e oiço mais um bocadinho. E sorrio, sorrio, sorrio, sorrio e sorrio mais um bocadinho. E abro muito os olhos e vou dizendo que sim com a cabeça. E parece que viram a luz e assim é que é e assim é que se faz e eles é que sabem e nunca ninguém se lembrou daquilo que eles se lembraram. E eu penso que se calhar bastava "googlar" ou ir à wikipedia para perceberem quem descobriu a pólvora. Mas penso mais um pouco e percebo que isso não os faria mais felizes, nem a mim, que também não a descobri. E penso que se continuar a sorrir e a dizer que sim sou capaz de ficar com caimbras. E que se calhar também sou assim e nunca me dei conta. E que aquilo do monday blues e da depressão pós-férias é verdade e que daqui a pouco vai "bater" e que é só uma questão de minutos, horas e depois tudo volta ao normal. E sorrio, genuinamente sorrio.


sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Et voilá!

Foi assim que aconteceu.
Como não há bem que sempre dure nem mal que nunca acabe, e o que não tem remédio, remediado está, sou um poço de cultura no que diz respeito a ditados populares, com uma banda sonora de luxo (Mirone coração encarnado The Cure - inventei isto hoje e agora vou escrever sempre assim até me fartar, daqui a 2 minutos, portanto), tratei do sarampo ao blog. 
Tirei-lhe aquele fundo com nódoas, que para nódoa basto eu, e substituí-o por holofotes, a apontar para quem? Ninguém, isso mesmo! O azul dos títulos, sugerido pela formatação automática do blogger foi substituído por um elegante (shhh! nem uma palavra, deixem-me sonhar) verde seco. 
E pronto. Foi isso. 
Já tinha saudades destes posts intimistas, em que exponho a minha relação com o blogger. Dá para perceber bem o meu domínio sobre ele, não dá?
Retomaremos a emissão dentro de momentos. Desde já pedimos desculpa pelo incómodo causado.


(Mirone coraçãozinho encarnado clichés)

domingo, 7 de julho de 2013

É atar e pôr ao fumeiro

Vim cá só para vos dizer que ainda não comi bolas de berlim na praia este ano, que isso também não é relevante nem me transtorna imensamente, depois de comermos as bolas do Natário. Que ontem não tive assim tanto calor, porque só deixei o conforto do ar condicionado para ir almoçar  a ver o mar e que ainda assim consegui estacionamento à porta do restaurante, sossegado, que o peixe tinha sido pescado minutos antes, que fiquei à mesa até meio da tarde. Que o resto do dia foi passado em família a brincar no jardim e a chapinhar na água. Que o programa para hoje é exactamente o mesmo.
Que amanhã será dia de trabalho. E que o armário do corredor lá continua e que as arrumações podem esperar.