"Aceito-me como sou"
Pessoas que se aceitam como são, que maravilha! Fico tão feliz por vós!
Só não tenho de aceitar o mesmo para mim.
Falam-se línguas (translate)
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Estava ali a ver a Clara de Sousa
... no Jornal da Noite, enquanto espero pela entrevista de Sócrates, a dizer que nos agasalhemos nos próximos dias porque o frio vem aí.
Eu fico profundamente aliviada, garanto-vos que fico. Estava farta deste calor tropical, de andar de alcinhas e havaianas. De maneira que sim, vou seguir o conselho da Clara e vestir um casaco quentinho quando amanhã sair de casa. Ah, que saudades dos meus casacos quentinhos!
Começou a entrevista. Fui.
Mães de meninas, informem-me, por favor
Que moda substituiu a febre das pulseiras de elásticos do ano passado? Não tem nada a ver com aspiradores, por um mero acaso? Loucura das arrumações? Não, nada disso? Que pena...
A Mironinho lembrou-se de ressuscitar a moda e foi buscar a caixa dos elásticos, há meses posta de lado. Naturalmente, esta manhã entornou-os no chão do meu carro, "a caixa é que caiu, não fui eu", já coberto de Pini-pons e respectivos acessórios...
Linda, linda, esta dica que vou dou
Pessoas que me telefonam e eu rejeito a chamada, que ligam no segundo seguinte e eu volto a rejeitar, o que vos leva a acreditar que estarei disponível para atender a vossa terceira chamada? Esperavam uns minutitos entre chamadas, não? Estou só a dizer, é só uma ideia, tenho cá para mim que se não tiver de interromper a conversa que estou a ter para rejeitar as vossas chamadas me despacho mais depressa. Fica a dica.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Mistérios da humanidade
Mulheres, adultas, com casacos com capuz com orelhas de gato/cão/urso/tigre na rua.
É que não me consigo concentrar
Detesto sair de um restaurante e trazer o cheiro da comida nas roupas e cabelo. Acabou de me acontecer e isso deixa-me tão incomodada.
domingo, 1 de fevereiro de 2015
Então Mirone, o que fazes num fim de semana normal?
Então, o que é que havia de fazer? Faço o que grande parte das mães de crianças em idade escolar fazem.
De manhã faço compras para a casa, almoço com os sogros, sigo directamente para mais uma festa de aniversário infantil (credo, que em Janeiro de 2009 as maternidades devem ter estado à beira do colapso!), regresso a casa farta de gritaria, a miúda a chorar porque fomos os primeiros a sair e queria ter ficado mais tempo, dou-lhe ben-u-ron enquanto preparo o jantar porque lhe dói o ouvido, peço ao pai que lhe dê banho e vista um pijama quentinho. Jantamos, procuro o cartão do seguro e telefono a pedir um médico ao domicílio, deus me livre de ir para as urgências num sábado à noite. Dou mimos à filha que não aguenta a dores, prometo que o médico está mesmo mesmo a chegar, que já quase ouço a campainha a tocar, digo mal da minha vida, que se tenho ido ao hospital a esta hora a miúda já tinha sido vista, mas o médico vem de onde, que já passou uma hora? Dou-lhe colo, peço que tente dormir, ela estremece com dores. Abro a porta ao médico, reconhecemo-nos, pergunto-lhe pela filha, minha colega de liceu, agora maestrina na Dinamarca, ele observa a Mironinho, pergunto-me o que faz um médico da sua idade e com a sua experiência fazer domicílios ao um sábado à noite, concluo que deve ser amor à profissão, respondo às perguntas que faz. Fico com a Mironinho enquanto o pai voa para a farmácia ao lado de nossa casa, a fazer figas para que esteja de serviço. Não está. Mete-se no carro e vai até à farmácia indicada na lista de farmácias de serviço, a lista está desactualizada, vai a outra, também fechada, mas a lista afixada indica uma outra farmácia de serviço, aberta, com uma fila imensa na rua, ao frio, e um funcionário que pede licença a um pé para mexer outro, atrás de uma janelinha que vai abrindo e fechando a cada cliente que atende. Troco sms com Mr. Mirone, que me relata enervado estes "contratempos", que nem em África viu uma coisa assim, que parece para os apanhados, que há pessoas fartas de esperar e a abandonar a fila. Uma hora depois de sair Mr. Mirone regressa com o antibiótico e as gotas para os ouvidos, remédio santo, meia hora depois a Mironinho dormia tranquila, foi até às dez e meia da manhã.
Agora está aqui fina, como se nada se tivesse passado a perguntar a que horas vamos para casa dos avós, que as primas já devem estar lá e quer ir brincar com elas. E vamos, que em casa dos meus pais o almoço de domingo começa à uma e meia e não tem hora para acabar.
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