Falam-se línguas (translate)

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Um bruxo, uma macumbeira, pai de santo, curandeira, precisa-se

No regresso a casa, entre dentes, e convencida de que ninguém me ouvia:
-Ahora se que la tierra es el cielo...
-Mamã! (e arregala-me os olhos em modo condenatório)
-Mamã, o quê?
-Estás a cantar a música da Violetta e antes dizias às primas que era uma piroseira.


Isto está bem pior do que eu pensava.

Que espirituosa

Tomei banho e vesti-me. Entretanto a Mironinho acordou mais cedo. Vesti-a e mandei-a ir para a sala ver desenhos animados enquanto eu secava o cabelo. Quando estava praticamente na última madeixa aparece à porta da casa de banho com a caixa de cereais na mão.
-Mamã, isto lembra-te alguma coisa?
-Xiii, ó filha tens razão, devia ter-te feito o pequeno almoço antes de vir secar o cabelo. Vamos tratar já disso, desculpa.
- (suspiro longo) A velhice não ajuda, sabias?

domingo, 4 de janeiro de 2015

E o que eu gostava das thermotbe...

Sobretudo de me despir no escuro para ver as pequenas faíscas de electricidade estática que geravam. Tenho a certeza de que não sou a única.

O drama, o horror, a tragédia

Ouvi a promoção da Sic duas vezes e já por duas ou três vezes dei comigo a cantarolar "Ahora se que la tierra es el cielo, te quiero, te quiero!". 




sábado, 3 de janeiro de 2015

Destas frases a Chiado Editora não tem

"Home is where your pillow is."


E olhem que não sou nada esquisita, tendo fronha de algodão branco macio, sendo alta e dura qualquer uma serve.

Haja irresponsabilidade!*

A gravidade da coisa não está nos três dias seguidos que comecei com chocolate quente e churros. A gravidade está mesmo no facto de amanhã, querendo churros ao pequeno almoço, que vou querer, quero sempre, teria de ser eu a fritá-los, que não vou fritar, nunca o fiz.

*ou um dia não são dias... Olha, afinal foram.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Porque a levo a museus?

Para poder exclamar com ela Ahhh! Uauuu! Tão bonito!, sem ninguém me achar uma saloia deslumbrada.