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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

E a seguir?

Estou no banco e tenho quatro pessoas à minha frente até ser atendida.
Ao meu lado está um senhor a cortar as unhas com um corta unhas preso num porta-chaves com umas vinte chaves das mais variadas formas e tamanhos. A discrição em pessoa, portanto. Click, tchilim-tchilim, click, tchilim-tchilim. O que é que vai fazer quando acabar? Descalçar-se e cortar as unhas dos pés? Ou guardar as aparas e começar a palitar os dentes?
Aceitam-se apostas...

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Será serviço público?

Pessoas que lêem o jornal em voz alta no café, mas voz alta mesmo, de forma a ouvir-se em toda a sala, isso é o quê? Uma promessa? Um castigo (para quem?)? Uma demonstração de capacidades? Serviço público?
Eventualmente adianta serviço às outras pessoas que também possam estar interessadas em ler as notícias.



Depois de passar parte da manhã enfiada em tudo o que é loja e armazém chinês, à procura de doze disfarces de fada e outros tantos de príncipe, sentindo-me completamente drogada por aquele cheiro a borracha/petróleo, era mesmo disso que eu precisava, enquanto bebia um chá. Ainda eu tinha pena das meninas que trabalham nas perfumarias dos shoppings...

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Ah, o regresso às aulas...

Setembro é mês de regresso às aulas. Para uns é mês de fazer contas à vida, são os livros, o material auxiliar, os equipamentos de educação física e roupas novas, que os miúdos crescem e as roupas deixam de servir. Para outros é mês de nostalgia, ai que saudades dos tempos de escola, do cheiro dos cadernos por estrear. Para outros é mês de caos nas estradas, trânsito "empancado" nas imediações das escolas, parece que em Setembro o regresso devia ser às escolas de condução, para se aprender a conduzir outra vez. 
Para mim é tudo isso, isso e as praxes académicas. Ah, as praxes académicas, o que eu gosto delas, não queiram saber. Ora as praxes académicas, tal como as observo na minha rua, são um fenómeno que eu considero, como é que eu hei-de dizer isto de modo a que todos percebam, estúpido, patético, no mínimo.
Senhores "doutores" - preciso de dizer mais alguma coisa a estas pessoas que depois de duas matrículas no ensino superior já exigem ser tratadas por doutor? - dizia eu, senhores doutores, ou lá como vocês, vestidos de preto e enrolados em capas grossas com este calor, vai-se a ver  foi um golpe de calor, gostam de ser tratados:
Dá para "integrarem" os vossos colegas recém chegados com menos barulho debaixo da minha janela (eu já não falo da linguagem de carroceiro, que isso é discurso de doutor, coisas que uma pessoa ignorante como eu nunca perceberá)? Ah, não, não dá, parece que há aqui na rua um café/restaurante em permanente happy-hour, com as minis mais baratas da cidade e litrosas ao preço das minis. 
É pedir muito que não deixem as garrafas da cerveja espalhadas pelo chão? Pois, também não, assim não podem contabilizar os litros de nectar de cevada ingeridos. Ehehe, três litrosas numa hora, és o maior!
Então pronto, vocês berram e bebem o que entenderem, deixam o lixo que tiverem que deixar no passeio, mas prometem-me só que guardam o vómito para a vossa casa pode ser?



quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Chamem a polícia!

Ultimamente este blog tem sido um misto de livro de reclamações e porta de frigorífico, cheio de reclamações, recadinhos e lembretes.
Aqui fica mais um.
Pessoas que deixam o carro em segunda fila a "trancar" outros carros regularmente estacionados, não o façam, por favor.
Pessoas que ignoram este meu pedido e estacionam em segunda fila a "trancar" carros regularmente estacionados, não se afastem, estejam atentas, não se demorem, e corram a remover o vosso carro mal ouçam uma buzinadela. 
Pessoas que ficaram com o carro "trancado" e buzinam para que os donos dos carros mal estacionados os tirem, apitem, esperem um minuto, dois no máximo e chamem a polícia.
Pessoas que preferem estar há 10 minutos a apitar, dez minutos, contei-os eu, deu para escrever este post!, se não param com isso quem chama a polícia sou eu!

domingo, 30 de junho de 2013

Coragem

E perguntam vocês: Olha lá Mirone, então e praia, com este calor ainda não foste à praia? Mirone que é mirone não perde uma oportunidade para ir à praia dar umas espreitadelas...
E eu respondo: Com certeza, sempre que posso, durante a semana, ao fim do dia, vou à minha praia secreta. Que sossego... As outras praias, as de domingo? Estou só a ganhar coragem. Vocês sabem que adoro praia, que me dói o peito se não vejo o mar, mas enfrentar as filas de trânsito, deixar o carro onde o Judas perdeu as botas, arranjar um bocadinho de areia onde possa estender mais que uma toalha de bidé, sem ter que estar a cheirar os pés do vizinho, levar com gente malcriada e barulhenta requer alguma coragem. Mas garanto-vos que que o esforço valerá a pena. Terei material de escrita para uns tempos valentes. Sejam pacientes.