Tinha prometido não escrever uma linha sobre a polémica da Comporta e da Cristina Espírito Santo, mas agora que vejo as proporções que o caso está a tomar, abro uma excepção e pergunto: as pessoas que acordaram agora para a vida e decidiram organizar excursões à Comporta para fazerem de si tristes figurantes labregos, querem o quê? Dar-lhe razão?