sábado, 17 de maio de 2014

Pode repetir?

Não me incomoda que em 2014 haja ainda quem pense em escudos e contos. Mas fico preocupada quando alguém me diz que viu no supermercado "umas maçãs muito boas a 140 escudos o kilo", quando na verdade um kilo das ditas custa 1,40 euros.

17 comentários:

  1. Pois a mim irrita-me muito (meeesmo muito) quando me falam em escudos e "contos" - "Ai menina isto custou 560 contos! Foi muito caro" - e lá vou em fazer as conversões para perceber se foi ou não caro, enquanto a pessoa que me diz que para ela ainda é difícil pensar em euros. AINDA??? Mais vale desistir...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Eu eercebo que para os mais velhos ainda faça sentido falar em contos e que se orientem melhor assim. Foram muitos anos a pensar em escudos. Não me incomoda nada.
      Mas fico preocupada quando não conseguem fazer a conversão, porque pesam que estão a comprar uma coisa a um preço quando na realidade essa coisa custou o dobro.

      Eliminar
    2. Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Tantos erros que ate dói, mas é compreensível, não é jóia?
      Está a responder a um comentário num post normal mas tem a cabecinha no sangue do Bruno.
      Deixe lá que o assunto ainda não morreu porque a Malagueta e a patroa do Ambrósio não tarda nada voltam a vir convidar a querida para a matança.
      Vá, que a querida está muito atenta a novos desenvolvimentos e não precisa de convite para a festa, né, quiducha?

      Eliminar
    3. Pronto, eu faço a errata.
      Onde se lê eercebo deve ler-se percebo;
      Onde se lê pesam, deve ler-se pensam.
      Está bem assim?

      Não vá ao post anterior, está pejadinho deles...

      "ate", "né", "quiducha"? Em que ficamos? Os erros são admissíveis ou não?

      Acredite no que lhe digo anónima, não tenho a cabecinha no sangue de ninguém. Se tivesse bastaria comentar como anónimo, dizer as maiores barbaridades e sair de fininho antes que dessem por mim.
      Já reparou nesta capacidade que tenho de fazer pequenos "tratados" a propósito de qualquer comentário, por muito tolo que possa ser? Reparou também que nunca lhe vou dizer o que quer ouvir, que vou responder-lhe sempre como quero? Reparou e está a gostar, quase tenho a certeza. Eu também estou.

      (editado)

      Eliminar
    4. Sim é verdade, Mirone, quanto aos mais velhos. Mas às vezes são pessoas na casa dos 50. Juro que me irrita! pancadas, bem sei! ;)

      Eliminar
  2. Vai uma apostinha em como a Mirone tem que moderar a caixa de comentários, não dou nem 48 horas? Ainda me lembro dos gloriosos tempos em que a Palmier tinha a caixa aberta e, modéstia à parte, teve que a moderar depois de uma peixeirada que por lá houve a seguir a um comentário que lá deixei a propósito da implicância dela com a Fê. Alvo cujas canelas ela, não sei porquê, largou.

    Mirone, se calhar a menina exagerou nos pulinhos que andou a dar lá nas hate-bloggers. Aquela mania de querer ser sempre a primeira a chegar... Esqueceu-se que também tem um blogue e isso tem consequências. A esta hora já ninguem acredita nessa história, repetida à exaustão nos ultimos dias, de que quer o seu blogue pequenino e discreto.
    Aliás, o Pipoco no post dele, caracteriza muito bem o papel de wannabe das "amigas" das tais bloggers.

    Boa sorte!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Não anónimo, não me parece que isso vá acontecer. Não queira dar-se uma importância que poara mim não tem.
      Responsabilizo-me por tudo quanto escrevo. Não sou responsável pelo que os outros escrevem. O anónimo pode inundar a caixa de comentários deste blog com farpas incendiárias, pode dizer as barbaridades que entender, pode chamar-me nomes, atacar os meus familiares, pode destilar fel, como gostam de dizer, pode ser mesquinho, mal educado, grosseiro, pode ser o que quiser, é o anónimo que o é, não sou eu. São coisas que o anónimo escreve e que apenas a si o responsbilizam.
      Na pior das hipóteses demorarei alguns minutos ou horas a apagá-lo, se o achar absolutamente impróprio, tudo dependerá da disponibilidade que tiver no momento para o blog.
      O mais certo é deixá-lo ficar.
      Tal como os meus comentários mostram a pessoa que sou, os comentários do anónimo mostrarão a pessoa que é.

      Eliminar
    2. Veremos. Veremos a que ponto chegam os anónimos. E atenção que estamos a falar de vários e não só de mim. Por exemplo, não fui eu que deixei o comentário das 14:59, e já ontem respondeu a alguém no blogue da Picante como se fosse ao mesmo comentador com quem tinha estado em diálogo aqui horas antes (eu) e não era, o que prova que andam por aqui vários a melgá-la.

      Por mim esteja à vontade, não tenciono ir tão longe que seja necessário moderar a caixa, mas pelos outros não falo. Tal como lhe disse acima, aliás, não foi por causa do meu comentário que a Palmier fechou a caixa, mas sim pela autêntica peixeirada que se seguir a algo que eu disse e que funcionou como isco. O que nem eu previa, mas aconteceu.

      Veremos até onde vão os seus anónimos e, sobretudo, até onde vai a sua paciência.

      De qualquer modo, registo com agrado um padrão comum entre vocês todas: essa máxima do "não queira dar-se uma importância que blá, blá, blá..." Eta, frasezinha gasta! Se soubesse as vezes que a ouvi da NM! Tivesse eu 1 euro por cada vez que ela me disse isso e estava rica como vocês!

      Eliminar
    3. De santo, tenho uma paciência de santo.
      É como lhe digo. Se os anónimos quiserem expor a sua estupidez em todo o esplendor na caixa de comentários, quem sou eu para o impedir? Exponham, então, mostrem de que massa são feitos. Eu cá estarei para os receber.
      É que quando disse que não preciso do blog, não preciso mesmo. No dia que me fartar fecho as portas e amigos como dantes, a minha vida continuará a mesmíssima que tenho agora.

      Eliminar
    4. Bem, os anónimos falam do tempo que as bloggers gastam com os seus blogs, nos seus ataques a não sei quem e não sei quantos. Mas os leitores de uns bloggers e dos outros são... os mesmos. Rigorosamente os mesmos. Eu leio os blogs de que tanto aqui falam (mirono, palmier, picante, xaxia, nm) e os comentários anónimos repetem-se num blog e noutros (verdade seja dita, que os post às vezes também versam sobre, rigorosamente, o mesmo) mas ainda assim. Dão-se ao trabalho de vir a este blog, onde não há moderação de comentários, deixar os que não conseguiram ver publicados noutro sítio. Andam de blog em blog a defender as doces, os salgados e as doces deste mundo, dos ataques de outros bloggers, sempre a bater no raio da mesma tecla - tal e qual o que tãooooo exaustivamente criticam na Picante ou na Palmier (e nas outras que já referi).

      Cúmulo: gostam de ser as Anónimas que provocam coisas - posts, moderação de comentários, etc.

      E eu só me pergunto: quanto tempo gastam vocês, Anónimas (principalmente), a saltitar de blog em blog a destilar o vosso fel e, já que aqui estamos, em que sois assim tão distintas daquelas que apelidam de hate-bloggers?!

      Haja pachorra.

      E tempo, já agora.

      Eliminar
    5. (*mirone. e uns quantos plurais e singulares indevidos - azaruxo)

      Eliminar
    6. Melissa, deixe estar.
      Há uns tempos falei no blog de uma frase que ouvi a Isabel Empis Abecassis, qualquer coisa como "não são as outras pessoas/coisas que me irritam, sou eu que me irrito com elas e cabe-me a mim fazer com que tal não aconteça."
      Há coisas que posso controlar, o que faço, o que digo, o que escrevo. Há outras que não posso, nomeadamente o que os anónimos fazem. Ora, se não as posso controlar, porque hei-de perder a calma por elas?
      No dia em que vir que não as aguento, que me tiram do sério, afastá-las-ei. Simples. Porque eu quis, não porque elas quisessem.
      E mais uma vez digo, se os anónimos quiserem ser grosseiros e idiotas, são eles que o são, não sou eu.

      Eliminar
  3. E depois tema lata de dizer que é um bloguezinho modesto, sem visibilidade e que não pretende ser uma blogger de protagonismo mas vem auto protagonizar-se armada em vítima com ah, coiso e tal, podem insultar-me e ofederema minha família como se isso fosse conta corrente no seu blogue, porque nunca vi ninguém insultá-la nem meter-se com a sua família, o que não acontece com a linguaruda da Picante e da sócia da má-língua palmier que estão sempre a falar nos filhos de todas, que sõ feios de meter medo ao susto, que so têm peneiras, que se tivessem filhos assim feios escondiam-nos nos ármarios enem os deixavam sair de casa, etc e tal. E a querida vai logo lá a correr ajudar a romaria, e agora se calha queria ficar muito sossegada e que ninguem lhe dissesse nada.
    Não se enxerga mesmo, né quiducha.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Nunca vi a Picante ou a Palmier chamar feios de meter medo aos filhos de nenhuma blogger, mas fui procurar um post e recordo-me de anónimos cono o senhor, ou a senhora (comentar como anonimo tem destas coias, nunca sei se é homem ou mulher), virem indignados defender a Blogger A ou a blogger B, que não senhor, as criancinhas eram lindas. Foram os/as anónimos/as que tiraram conclusões, que fizeram julgamentos e que sem qualquer pejo as classificaram como feias de meter medo ao susto. Diga-me agora se também me viu nesse post, de 3 de Junho de 2014 a dizer que sim, que os filhos de fulana ou beltrana eram feios. Não viu, não podia ter visto. Este blog e o perfil Mirone foram criados no dia 24 de Junho. O/a anónimo/a não gosta de mim, cai-lhe mal a empatia que tenho por algumas bloggers, está no seu direito, mas se quer ser justo/a nas suas apreciações tenha um mínimo de rigor. Às vezes fico com a sensação de que quem não se enxerga é o/a anónimo/a.
      Quanto a vítima, não me fiz de vítima, antes pelo contrário, deixei bem claro que nem o mais vil dos ataques às pessoas que mais amo me afectarão. Quanto à visibilidade do blog, não vale a pena dourar a pílula. Sim, é um blog sem visibilidade, o contador de visitas está aqui desde o primeiro dia, não engana.
      Finalmente, o protagonismo. Sabe que terei sempre a minha caixa de comentátrios aberta e que aqui lhe é dado todo o protagonismo que procura. Não apagarei os seus comentários, deixarei que brilhe em todo o seu esplendor.
      Boa noite.

      Eliminar
  4. Mas a querida tem bom remédio para não se chatear com os anónimos e não precisa de moderar os comentários. Como está disposta a fechar o seu blogue e depois vive na mesmíssima, então feche mesmo e como agora já é uma Salgadete de referência com todas as certezas de ser a Salgadete número um, pode divertir-se nos hater blogues das suas compinchas, que são as comadres pipoca e patroa do Ambrósio.
    Assim a modos que um dois em um, tá a ver?
    Está bem que vai a ter o desprezo do Salgado, mas a menina não ligue que esse privilegio é de todas . Em calhando é capaz de vez em quando sair-lhe a sorte grande e ter um meia resposta dele, mas sempre é uma distinção para si que a vai fazer muuuuuuuuuiiiiiito feliz.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Então anónimo, estamos com dificuldades de comunicação? Parece que não me estou a fazer entender. Ou será o anónimo que não sabe ler? Recapitulemos: "No dia que me fartar fecho as portas e amigos como dantes, a minha vida continuará a mesmíssima que tenho agora", quer dizer que sou eu, a autora do Mirone, sublinho eu, que escolho o dia em que fecharei.
      Agora temos aqui um outro contratempo. O anónimo só me aborrece se eu deixar e eu tenho esta mania desagradável de não me aborrecer consigo. Mais depressa o anónimos se fartarão de mim que eu dos anónimos.
      O anónimo não é novo aqui no blog, não é novo mas caixas de comentários, já terá lido que ando aqui para me divertir. Sairam-me em sortes anónimos que me divertem, em vez de me irritarem. Divirto-me quando leio o que escrevem, divirto-me quando lhes respondo, divertir-me-ei quando os ignorar.
      O jogo só tem duas regras, é muito simples. Regra número um: Os anónimos vêm ao blog debitar o que bem lhes aprouver e os divirta, podem praguejar, dizer um poema, a lista de compras de supermercado, a tabuada do sete, qualquer coisa, a caixa é aberta. Regra número dois: Eu decido o que mais me diverte, se lhes respondo ou fico só a vê-los a comportarem-se como uma borcoleta, aos encontrões ao vidro, ou se apago o que escreveram. Assim divertimo-nos os dois.
      Quanto ao Mais Salgado, o anónimo sabe que aquilo é um boneco, uma personagem que ele criou, assim como o Ruben Patrick. Diga-me que sabe isso. Por favor não me dê esse desgosto, lembre-se que estou aqui para me divertir. Então eu quero a atenção de um boneco, é isso?
      E Salgadete é o quê? É uma fã do blog do Pipoco. Se é isso, assumo aqui a minha condição de Salgadete. Tenho o seu blog na minha lista de blogs desde o dia em que criei o Mirone. Acho o Pipoco Mais Salgado um dos melhores blogs que já li. O autor será certamente uma pessoa inteligentíssima, criou um boneco irritante que só ele (caramba, mas alguém teria paciência para aturar um snobão como o Pipoco?) e consegue manter aquele registo com perfeição. E magnífico! Mas diga-me outra coisa, acha mesmo que se eu procurasse a aprovação do Pipoco, ou do seu autor, faria os comentários que faço lá no blog? E imaginando que sim, que finalmente conseguia a benção do Pipoco, fazia o quê? Emoldurava o diploma, punha-o numa parede de destaque onde todos o pudessem ver, vejam só que diploma valioso, faria um discurso de agradecimento, caminharia até Fátima para acender uma velinha e agardecer a bem-aventurança?
      Olhe, sabe o que lhe digo, anónimo? Está a jogar muito bem. Já me ri um bom bocado a tentar perceber essa sua teoria.
      Tenha uma noite descansada, que amanhã quero-o aqui para me fazer rir mais um bocado. Boa noite.

      Eliminar
  5. Mirone, vou responder aqui e não acima, na conversa, porque não consigo fazê-lo.

    Acho que assim deve continuar a fazê-lo, acho que é das autoras com melhor postura em relação a este assunto e no modo como responde (com seriedade) ao anónimos. Nada de estar aqui a passar-lhe ao mão no blogo-pelo, de todo! Acho-o mesmo. Mas pronto, há dias em que me canso a ler tanta trampa que algumas pessoas escrevem incansavelmente.

    Gostei da frase citada, hei-de lembrar-me dela, em vários momentos da minha vida, quando me estiver a saltar a tampa.

    ResponderEliminar