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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Então, Mirone, não nos mostras a tua árvore?

Árvore? Genealógica? A que propósito querem vocês ver a minha árvore genealógica?
Ah, é a de Natal?
Errrrr.... Se fizerem muita questão logo à tarde fotografo o caixote onde está guardada...
Ah, já montada e decorada?
Em estando montada e decorada e se me apetecer, não digo que não. Mas também não digo que sim, para depois não falhar.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Logo a seguir ao teletransporte

E tendo já a cura para todos os males do mundo, convém ressalvar, antes que comecem com ronhonhós, se pudesse escolher um super-poder escolhia a telepatia. Ia dar-me tanto jeito quando uso o elevador. Perco a conta às vezes em que entro no elevador, olho para o botão do piso que quero, e fico a resmungar, que aquela bodega nunca mais anda, que atraso de vida, para depois me lembrar que semcarregar efectivamente no botão o elevador não adivinha para que piso quero ir.
Também será muito útil para responder a algumas sms. 

Como diria o David Fonseca "Oh Oh Oh Oh, chama-me que vou!"


quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Tenho aqui uma dúvida

Tirando a solução óbvia de pregar a criança à cadeira, como é que vocês fazem para que os vossos filhos de 6 anos não caiam dela abaixo enquanto jantam?

O quê, isso não vos acontece? Só a minha é que come sentada na beirinha da cadeira, com um pé debaixo do rabo e outro no chão, desertinha para ter licença para se levantar, indiferente aos inúmeros pedidos dos pais para se sentar como deve ser? Ah, pronto...

A caminho da noite mágica #2.1

Com a contagem decrescente iniciada, surgem os famosos jantares de Natal, os da empresa, os do grupo de ginásio/corrida, os dos amigos mais chegados, os dos que não são amigos mas temos de aturar (ainda mais é Natal, blablablablá), os de curso, os de turma, os de ex-alunos do liceu, jantares, jantares, jantares...
E que tal, olhem só que engraçada sou, e que tal, recuperar essa "tradição" maravilhosa, só que não, não era tradição, não era maravilhosa, que durou cerca de dois meses, que foram os banhos públicos (não confundir com o ice bucket challenge) em troca de um jantar? "Manel, António e Sílvia, este é o meu banho público. Desafio-vos a tomarem o vosso banho público também, se não (senão?) têm de me pagar uma mariscada!" Isso é que era de valor, não vos parece? Com este tempinho fresco, "Olha, mamã, já sai fumo da nossa boca quando vamos para a escola, olha aqui, aaaahhhh!". Hein, que vos parece, era catita, não? E resolvia-se a questão dos jantares enquanto o diabo esfrega um olho.

Ok, banho diário, privado, no recato do lar, também me parece uma ideia fantástica, nem precisam de filmar e publicar, é mesmo só tomar e vestir roupa lavada. 'Bora lá fazer isso?


Parece que agora há um desafio novo, supostamente a alertar para a necessidade de ter relações sexuais protegidas (e que se calhar não é desadequado de todo para os jantares de empresa, cheios de amor e alegria, copos e corpos...), que consiste em despejar um preservativo cheio de água, sem que rebente, sobre a cabeça de alguém...
Achei por bem explicar em que consistia porque quando googlei vídeos de condom challenge apareceram-me uns com malta a enfiar preservativos pelo nariz acima, até lhe sairem pela garganta, uma espécie de limpeza das fossas nasais a seco do professor Herrero, lembram-se? Blheeerrrrc!

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Este é o chamado "post pombinhas da Cat'rina"


A caminho da noite mágica #1.1

Pessoa, pessoas, falta um mês! 
Estamos oficialmente na época festiva mais festejada em todo o mundo, época de paz, amor, concórdia e partilha, por isso sinto-me impelida a partilhar isto convosco.
Eu sei que desse lado concordam comigo, que acham que sim, que o importante é o amor. Eu até compreendo que seja uma forma de marcarem a vossa posição, de dizerem um Basta! firme, de repudiarem o consumismo desenfreado que por estes dias toma conta de muitos de nós, mas...

Vamos parar de enforcar Pais Natais (Pais Natal?) nas varandas, sim?



Hã? Não estão enforcados? Ahhhh... Então vamos pendurá-los de forma mais cuidada, sim?